Se não é possível ver, aguce os outros sentidos.
Se não há limites, há fusão/dissipação/penetração.
Se não se distingue passado e futuro, fica-se no presente.
Se o raciocínio lógico perde função, amplia-se o uso da intuição.
Se não há horizonte, vive-se na eu-esfera.
Se a angústia aflige, evidencia-se o labirinto.
Se não se vê a estrutura, é porque se está por dentro.
Se a neblina causa exaustão, ainda não foi aceita.
