Olhei para baixo e vi o branco. A idéia de não poder ver as ruas por onde passei me acalmaram...
estranhamente, pois...
...quando se sabe que se é tão presa às reminiscências...
...como um elefante quando reencontra o corpo de um outro, e ali rememora toda sua vida.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
n e b l i n a
queria estar sobre uma rua de pedra
na subida olho para baixo
apenas vejo o branco, sem caminhos trilhados, sem lugares vividos. sem passado visível.
acima não sei o que há
a neblina apaga todas as possibilidades de visão
apaga minha ansiedade pelo futuro
apaga minha melancolia do passado
fico no presente e escolho subir, rumo ao que não sei
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